União Africana | UA Pede Eleições «Pacíficas e Credíveis»

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O presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Faki Mahamat, pediu hoje (sexta-feira) para que as eleições presidenciais na Somália sejam “pacíficas e credíveis”, manifestando o apoio da organização à paz e estabilidade duradouras no país.


Somália | Em comunicado publicado na conta da UA na rede social Twitter, Mahamat aplaude “as eleições bem-sucedidas dos presidentes e vice-presidentes do Senado e da Câmara do Povo da Somália, realizadas entre 26 e 28 de Abril de 2022”.

Pede também “uma conclusão pacífica, oportuna e credível das eleições presidenciais”, cuja data está ainda por definir.

Na sua nota, o presidente reitera ainda o “pleno apoio” da UA e da sua Missão de Transição na Somália (ATMIS) para conseguir “a paz e a estabilidade duradouras” naquele país do Corno de África.

Os legisladores elegeram na madrugada de quinta-feira como presidente da câmara baixa o xeque Adan Mohamed Nur, conhecido como Adan Madobe, e na terça-feira foi reeleito o presidente do Senado Abdi Hashi Abdullahi, legislador crítico do chefe de Estado cessante, Mohammed Abdullahi Mohammed Farmaajo.

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Completar as eleições dos líderes das duas câmaras do parlamento era um passo imprescindível para a realização das eleições presidenciais, adiadas várias vezes desde 2021 por disputas políticas, discrepâncias entre clãs e acusações de irregularidades, apesar de o mandato de Farmaajo ter terminado nesse ano.

Segundo a lei somali, o chefe de Estado deve ser escolhido pelos 329 membros do parlamento.

A Somália precisa de ter um novo Governo em funções até 17 de Maio se quiser continuar a receber apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O adiamento sistemático das eleições é visto como uma distracção face aos problemas do país, como a luta contra o Al-Shabab, que controla áreas rurais do centro e sul e quer instaurar um Estado islâmico ultraconservador.

A Somália vive num estado de conflito e caos desde que, em 1991, foi derrubado o ditador Mohamed Siad Barre, o que deixou o país sem governo efectivo e nas mãos de senhores da guerra e milícias islamitas.

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