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Kampala, Uganda | Um investigador colombiano, que estava a estudar chimpanzés no Parque Nacional de Kibale, no Uganda, foi morto por um elefante.

Segundo revelaram as autoridades, na segunda-feira, o incidente ocorreu no domingo, quando Sebastian Ramirez Amaya, da Universidade Estadual do Arizona, no Estados Unidos, estava com um assistente na floresta.

“Eles depararam-se com um elefante solitário que os atacou, forçando a dupla a correr em direcções diferentes”, revela um comunicado das autoridades, citado pela Reuters.

“O elefante seguiu Sebastian e pisou-o levando à sua morte”, acrescentaram.

A morte do investigador colombiano ocorre apenas três meses depois de um turista saudita também ser morto por um elefante num outro parque no Uganda.


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Cuanza Norte, Angola | Um incidente semelhante aconteceu em Angola, em Cuanza Norte onde um cidadão de 41 anos de idade foi morto, sábado, no município do Golungo Alto, por um elefante, que ele pretendia caçar.

A vitima disparou contra o elefante que circulava numa manada e o animal voltou-se contra ele e o espezinhou até a morte, de acordo com o porta-voz dos Serviços de Investigação Criminal na província, Adão Morais.

A vítima, Quirino Daniel, caçava na comuna de Kilombo-Kia- Puto, na companhia de três amigos.

Fruto da ocorrência, referiu, a polícia procedeu a apreensão da arma e a detenção dos demais cidadãos por autoria de caça furtiva.

Em Angola é proibida a caça de elefantes por ser uma espécie da fauna nacional em regime de proteção especial.

O município do Golungo Alto constitui uma das regiões da província do Cuanza Norte com trânsito frequente de manadas de elefantes, que pela procura de alimentos, invadem campos agrícolas e zonas habitadas.

As técnicas de colocação de colmeias de abelhas, queimas de pneus e toque de batuques ou outros instrumentos sonoro, têm se revelado infrutíferas para afugentar os animais.

A presença destes mamíferos tem constituído também uma oportunidade dos caçadores furtivos para o abate indiscriminado da desta espécie.

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